Mitsuhiro Tsukiboshi

Plano de tratamento para dentes traumatizados | Opções endodônticas para pacientes jovens

  • Formado na Osaka University School of Dentistry, em 1976
  • PhD em Materiais de Medicina Dentária, na Kyoto University, em 1980
  • Prática privada desde 1981
  • O seu interesse em Traumatologia e Transplantação Dentária levou Mitsuhiro Tsukiboshi a um amplo envolvimento clínico, apresentações, cursos e publicações
  • Foi autor de vários artigos e dois livros, um sobre traumatologia dentária, em 1998, e outro em autotransplante, em 2000. Os livros foram publicados em diversas línguas, incluindo em inglês
  • Professor convidado na Loma Linda University, desde 1998
  • Foi presidente da International Association of Dental Traumatology, em 2009 e 2010
  • Mitsuhiro Tsukiboshi está certificado como professor assistente adjunto na Western University, nos EUA, desde 2012
  • Professor clínico na Faculdade de Medicina Dentária da Tohoku University, desde 2015

Nacionalidade: Japão

Área científica: Endodontia

2016/11/11 09:00 – 2016/11/11 12:00 | Auditório C

Resumo da apresentação

Plano de tratamento para dentes traumatizados

O trauma dentário é uma patologia aguda que envolve os tecidos duros, a polpa e/ou o periodonto, e é mais frequente em jovens. Como a infeção raramente está associada aos dentes traumatizados, as opções de tratamento podem ser mais conservadoras. Ou seja, no trauma dentário, a pulpotomia é preferível à pulpetomia, restaurações de resina composta simples são preferíveis às próteses complexas, e o reimplante é preferível à exodontia. O conceito de “intervenção minimamente invasiva” deve ser tido em consideração no tratamento de dentes traumatizados. Na minha apresentação, vou falar de intervenção minimamente invasiva para o tratamento de fraturas coronárias, fratura coroa-raiz, fraturas radiculares, subluxação, e avulsão.

 

Opções endodônticas para pacientes jovens

Em pacientes jovens, as opções de tratamento endodôntico mais convencionais, tais como a polpectomia e a obturação de canais, podem não contribuir para o prognóstico de vida do dente, uma vez que é difícil de encerrar os ápices amplamente abertos e, mesmo quando é possível, a espessura da parede da raiz poderá comprometer a longevidade do dente.

Assim, é necessário um outro plano de tratamento, que promova a autorregeneração. Por exemplo, quando a polpa está vital a apexogénese pode estar indicada. Quando a polpa está necrótica sem infeção pode ser esperada a revascularização em dentes com ápices imaturos. Mesmo em ápices completamente formados pode se esperar uma rutura transitória do feixe vasculo-nervoso aquando de uma subluxação.

Nesta apresentação, serão discutidas opções no âmbito da endodontia para pacientes jovens, demonstrando casos específicos.

Ordem dos Médicos Dentistas
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