Rui Albuquerque

Subdiagnóstico e diagnóstico tardio do cancro oral

  • Licenciatura em medicina dentária pelo Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz (2006)
  • Mestrado em medicina oral (2007), doutoramento (2012) , Universidade de Barcelona
  • Consultor e Senior Lecturer (Hon) em Medicina Oral no Guy’s Hospital & King’s College London
  • Coordenador da disciplina Terapêutica Dentária – King’s College London
  • Examinador do Royal College of Surgeons of England (MFDS)
  • Coordenador de projetos financiados pela UE: cessação tabágica; lesões orais potencialmente malignas

Nacionalidade: Portugal

Áreas científicas: Medicina oral

5 de novembro, de 11h35 às 12h10

Auditório A

Resumo da conferência

O diagnóstico tardio do cancro oral engloba três fatores principais: o paciente, o profissional de saúde e o próprio sistema hospitalar.

O paciente pode não saber reconhecer os primeiros sinais e sintomas de lesões malignas suspeitas. O médico dentista está numa posição privilegiada para o diagnóstico precoce do cancro oral, no entanto, devido a muitas condicionantes externas, a procura de outros profissionais de saúde, com formação não diferenciada em cabeça e pescoço, pode levar ao incorreto ou subdiagnóstico do cancro oral.

Esta conferência irá procurar demonstrar o que se está a desenvolver a nível europeu para melhorar o conhecimento dos pacientes, a competência dos profissionais de saúde e os cuidados secundários hospitalares, desde a consulta de diagnóstico até ao tratamento. Serão apresentados vários casos clínicos e discutidas diferentes estratégias que permitam uma melhoria das várias condicionantes.

Congresso da OMD 2021
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