Paulo Alexandre Carvalho
Quando e como manter ou remover um implante comprometido na zona estética?
- Médico dentista pela FMDUP
- Pós-graduado em implantologia
- Pós-graduado em cirurgia oral avançada e enxertos autógenos pela ImplantBrazil
- Pós-graduado em reabilitação oral estética
- Formador em cursos de cirurgia plástica periodontal e implantologia avançada
- Coordenador da residência clínica de prótese sobre implantes na Foramen Dental Education
- Orador em diversas conferências nacionais e internacionais
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Implantologia
4 de novembro, de 17h30 às 17h55
Auditório A
Resumo da conferência
A colocação de implantes na zona estética obriga a um cuidadoso planeamento reverso de forma a cumprir várias premissas biológicas, estéticas e funcionais. Frequentemente, assistimos a complicações estéticas associadas a estes implantes devido a deiscências/ deficiências mais ou menos severas dos tecidos moles circundantes. Outras vezes, mais do que este impacto nos tecidos moles, existe perda óssea e peri-implantite associadas que podem pôr em causa a sobrevivência do implante.
A resolução destes casos implica, primeiramente, um correto diagnóstico diferencial determinando a presença ou não de patologia infeciosa. Quando na ausência desta, é possível equacionar uma abordagem regenerativa da sequela dos tecidos moles. Nesse quadro, há que avaliar o potencial regenerativo da mesma e a técnica cirúrgica mais adequada, de forma a determinar se o implante pode ser mantido sendo os tecidos moles reconstruídos com cirurgia plástica periodontal ou se o implante tem que ser removido, de maneira a que com novo implante se possa chegar a um resultado estético adequado.