A Ordem dos Médicos Dentistas apresentou aos candidatos portugueses às eleições europeias o Manifesto pela Saúde Oral, no qual elenca quatro áreas da saúde oral fundamentais e que necessitam de medidas urgentes em Bruxelas – Orçamento, Impacto na Saúde Pública, Mobilidade e Ensino.

No âmbito deste manifesto, o bastonário da OMD desafiou os futuros eurodeputados para uma reunião sobre os pontos que constam neste documento e debate de ideias que contribuam para melhorar a saúde oral dos portugueses e o acesso a estes cuidados.

A 31 de maio, o candidato do Bloco de Esquerda, Alexandre Abreu, esteve reunido com Miguel Pavão, na sede da Ordem, no Porto, para conhecer melhor as propostas para a medicina dentária. A 3 de junho, a candidata do CHEGA, Mariana Nina, ouviu as prioridades para a saúde oral. Esta sexta-feira, 7 de junho, decorreram reuniões com os candidatos Francisco Assis, Miguel Lemos e Joana Sá Pereira, do Partido Socialista (PS), Raquel Pichel, do LIVRE, e Duarte Costa, do VOLT. A coligação Aliança-Democrática (AD) não teve disponibilidade para reunir e os partidos Iniciativa Liberal (IL), Partido Comunista Português (PCP) e Pessoas-Animais-Natureza (PAN) não responderam ao convite da OMD.

Recorde-se que, em Portugal, a verba consagrada no Orçamento do Estado para a Saúde Oral é de 30 milhões de euros, num total de 15 mil milhões, ou seja, apenas 0,2%”. O Manifesto pela Saúde Oral destaca, entre outras questões, que a UE tem um papel importante na questão orçamental dos seus Estados-Membros, cabendo-lhe emanar recomendações que privilegiem o investimento público na saúde oral.

Consulte aqui o Manifesto pela Saúde Oral.