A Ordem dos Médicos Dentistas participou na apresentação do Programa Nacional para as Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas, uma iniciativa da Direção-Geral da Saúde (DGS) em parceria com o Escritório Europeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Coordenação do Programa Nacional para a Promoção do Envelhecimento Ativo e Saudável.
O programa visa fomentar a discussão e adoção de políticas inovadoras, que permitam uma resposta das cidades e comunidades às necessidades de saúde e de suporte social dos idosos. O projeto nasce do compromisso assumido pela DGS com a década do Envelhecimento Ativo e Saudável 2030.
A membro do Conselho Diretivo e do grupo de trabalho da OMD Literacia, Saúde Oral e Bem-Estar, Maria Llanes, esteve presente nesta sessão, que decorreu em Loulé, a 9 de outubro, uma vez que “a saúde oral é um fator determinante para uma boa saúde sistémica ao longo da vida, tendo um papel essencial no envelhecimento saudável”.
“Ao manter uma boa saúde oral está-se a prevenir uma série de doenças, a promover o bem-estar emocional e social e, até, a contribuir para uma melhor ingestão dos alimentos, tendo por isso um profundo impacto na qualidade de vida da população mais velha”, salienta.
No encontro, a DGS apresentou a proposta portuguesa para implementar o projeto Age-friendly Cities and Communities da OMS no nosso país, associando-se assim à discussão que decorre nos vários estados-membros da região europeia da OMS sobre a necessidade de os governos criarem medidas que promovam a saúde e bem-estar da população idosa.
Paralelamente, nos dias 10 e 11 de outubro, decorreu em Lisboa o Summit on Healthy Ageing, durante o qual foi adotado o Lisbon Statement, um documento que abarca as propostas do país para a área do Envelhecimento Ativo e Saudável.

