A Ordem dos Médicos Dentistas enviou uma carta às várias empresas que prestam serviços aos consultórios e clínicas de medicina dentária, como são o caso das de recolha de resíduos ou de radiologia. No ofício, a OMD pede que as avenças cobradas aos médicos dentistas sejam ajustadas ao período excecional que o país enfrenta devido à COVID-19, que tem tido particular impacto nesta profissão.

O objetivo é que estas empresas adequem os serviços à realidade destes estabelecimentos “com igual proporcionalidade nos custos efetivamente prestados”. Na missiva, a Ordem lembra que, por decreto interministerial, “os médicos dentistas encontram-se impedidos, temporariamente, da prática de exercício da atividade de medicina dentária, salvaguardadas as situações urgentes e inadiáveis – as quais, no entanto, assumem caráter excecional e residual”. E acrescenta que tem “acompanhado esta ação [do Governo] com medidas internas e externas de modo a aliviar o impacto na atividade de medicina dentária”.

Este apelo surge no âmbito de várias iniciativas que a OMD tem desenvolvido no âmbito da sua esfera de ação e competência legal. Recorde-se que, logo que foi decretada a suspensão da atividade, foram remetidos ofícios à ERS e à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), solicitando a aplicação de medidas semelhantes.

Ordem dos Médicos Dentistas
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