Na conferência, que decorreu a 17 de janeiro, em Lisboa, a CIP divulgou o documento “Automação e futuro do emprego em Portugal” (pdf) que apresenta como a transformação digital afeta a produtividade dos vários setores de atividade, assim como a experiência dos consumidores.
Elaborado em parceria com o McKinsey Global Institute e a Nova School of Business and Economics, o estudo mostra que, embora o país tenha melhorado a competitividade em termos de talento, ainda está atrasado em relação à atração destes recursos e à formação contínua dos trabalhadores, após a sua entrada no mercado laboral.
Este documento mede o potencial de automação da economia portuguesa até 2030 e revela que os setores mais afetados, ou seja, com postos de trabalho que se tornam redundantes, sejam da produção fabril e do comércio. O de “Cuidados de saúde e assistência social” surge em sexto lugar. Quanto ao potencial de automação, este setor apresenta 38%.
Todas as profissões estão sujeitas a mudanças, incluíndo na medicina dentária, pelo que se recomenda o acompanhamento destes estudos para procurar antecipar os desafios futuros das profissões.