18 de março 2013

21:00 às 23:00

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Resumo

A reabilitação de um paciente edêntulo pode ser um importante desafio na nossa prática clínica diária. As dificuldades mais frequentemente encontradas prendem-se não só com o grau de reabsorção das arcadas, como também com a perda de referências que nos permitem registar as relações intermaxilares (horizontais e verticais), a posição, forma e cor dos dentes.

O próprio controlo neuromuscular do paciente pode estar comprometido, o que dificulta a sua adaptação a novas próteses.

Para além de todos estes fatores, os utilizadores de próteses completas são geralmente pacientes idosos, polimedicados e com patologias sistémicas associadas, as quais podem, se não devidamente controladas, comprometer o resultado final do tratamento.

O objetivo da apresentação será, numa abordagem passo a passo, simplificar a sequência clínica de construção de uma prótese total, identificando as dificuldades inerentes e os erros mais frequentes.

A reabilitação com próteses totais é por vezes bastante complexa, no entanto, quando conseguimos um resultado final que cumpra os requisitos funcionais e estéticos, pode tronar-se uma área da medicina dentária muito gratificante.

 

200x200-ana-rita-nobregaAna Rita Nóbrega

  • 1997: Licenciada em Medicina Dentária pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto.
  • 2004: Mestre em Implantolgia pela FMDUP
  • Docente do Mestrado Integrado em Medicina Dentária na Faculdade de Ciências da Saúde da UFP (Unidades curriculares de Implantologia Oral, e Prostodontia)
Curso ministrado por

Ana Rita Nóbrega

Ordem dos Médicos Dentistas
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