23 de novembro 2013

09:00 às 13:00

A data limite para a inscrição foi atingida.

200x200-responsabilidadePelo terceiro ano consecutivo, indo ao encontro de várias solicitações que têm sido recebidas, a Ordem dos Médicos Dentistas entendeu realizar uma sessão para apresentação e partilha ao nível da responsabilidade social em medicina dentária no Congresso OMD.

Pretende-se divulgar projetos de benfeitoria, voluntariado, filantropia ou ambientais, com responsabilidade social na área da medicina dentária.

Consulte abaixo os sete projetos que vão participar no sessão de responsabilidade social do XXII Congresso da OMD, no dia 23 de novembro de 2013, das 09h00 às 13h00, no auditório III.

01

Título

Os projetos da Turma do Bem

Entidade

Turma do Bem

Apresentador

Camila Carnicelli

Resumo

A Turma do Bem existe há 10 anos e está presente em mais de 13 países com vários projetos no âmbito da saúde oral, entre eles, o Dentista do Bem. Atualmente, mais de 40.000 jovens já foram atendidos pelo projeto Dentista do Bem. O objetivo da apresentação é mostrar as formas de atuação da Turma do Bem e a replicabilidade dos projetos em outros países.

02

Título

EcoEscovinha – sim, as escovas de dentes reciclam-se!

Entidade

EcoEscovinha

Apresentador

Lídia Veludo

Resumo

O projecto EcoEscovinha promove uma maior consciência ambiental através da recolha seletiva de escovas de dentes com mais de 3 meses de uso para serem encaminhadas para reciclagem evitando, desta forma, que toneladas de resíduos plásticos entrem no circuito da inceneração ou sejam depositados em aterros sanitários.

O EcoEscovinha foi implementado em Portugal em Outubro de 2012 e encontra-se integrado num projecto de responsabilidade social mais abrangente, “Miúdos Optimistas, Miúdos Saudáveis!”, que tem por objetivo a promoção de estilos de vida saudáveis na área da Saúde Oral.

Este projeto propõe ações de sensibilização e educação para a saúde e a promoção de um ambiente melhor sempre integrado no programa “Miúdos Otimistas, Miúdos Saudáveis!” e está a ser implementado de forma consistente na comunidade educativa do Concelho de Sintra, procurando parceiros para implementar noutros concelhos do país.

Serão ainda apresentados os resultados do ano letivo 2012/2013 e perspetivas de futuro assim como lançar o debate sobre o papel que todos nós podemos desempenhar para promover uma sociedade mais justa.

03

Título

Construímos sorrisos do tamanho do mundo

Entidade

Mundo a Sorrir

Apresentador

Vitor Neves

Resumo (parte nacional)

Fundada em 5 de julho de 2005, a Mundo a Sorrir (MAS) assumiu-se desde cedo como uma organização humanitária que promove a Saúde Oral, tendo como principal objetivo causar o bem-estar das comunidades mais desfavorecidas, excluídas e marginalizadas.

Centraliza a sua atuação na educação e promoção de mudanças de comportamentos e luta para que a Saúde Oral seja um instrumento crucial na ajuda ao combate da exclusão social e na transformação positiva do ciclo de pobreza.

A atividade da MAS tem vindo a crescer e a reforçar gradualmente a sua atuação no plano nacional, procurando seguir uma estratégia de consolidação dos seus projetos e melhorando assim os seus resultados.

Até ao momento desenvolveu 13 projetos nacionais direcionados para a prevenção e promoção da saúde e para o tratamento da doença. Exemplo destas iniciativas são o projeto “Aprender a Ser Saudável”, que implementa a escovagem nas escolas do 1º ciclo de Cascais, Lisboa e Porto e o projeto “Sorrisos de Porta em Porta”, que já contribuiu para a melhoria da saúde oral de 630 idosos.

Em 2009 implementou o projeto “Saúde a Sorrir – Centro de Apoio à Saúde Oral – CASO”, que presta cuidados de saúde oral às populações mais vulneráveis (crianças, grávidas, idosos e populações especiais) e realizou já 12.120 tratamentos.

Os projetos levados a cabo pela MAS são exemplos de boas práticas, que mostram caminhos de sucesso para respostas sociais e que mostram que é possível fazer mais e com benefícios diretos às populações.

O compromisso da MAS é fundamentalmente mostrar que a Saúde Oral não pode ser indissociada da saúde geral, da sua forte componente social e ainda da importância da relação dos indivíduos na sociedade.

É este o nosso compromisso e são estas as nossas motivações para Construirmos Sorrisos do Tamanho do Mundo!

03

Título

Construímos sorrisos do tamanho do mundo

Entidade

Mundo a Sorrir

Apresentador

Marta Silva

Resumo (parte internacional)

A Mundo a Sorrir – Associação de Médicos Dentistas Solidários Portugueses (MAS) é a primeira organização portuguesa de médicos dentistas voluntários, focalizando a sua ação no espírito da solidariedade e do altruísmo, em prol da promoção da Saúde Oral.

Sendo pioneira neste tipo de associativismo em Portugal, desempenha a sua ação tanto a nível nacional como internacional, através de programas de saúde e apoio ao desenvolvimento sustentado. Promovendo a Saúde Oral além-fronteiras, permite que o Direito Universal à Saúde e mais concretamente à Saúde Oral seja uma realidade para as comunidades mais desfavorecidas.

A MAS teve a sua primeira ação assistencial internacional na Guiné – Bissau, onde desenvolve um projeto desde há 8 anos e que consiste fundamentalmente na realização de tratamentos dentários, sessões de formação aos profissionais de saúde, campanhas de sensibilização e educação e doação de material e equipamento dentário. Em 2009 criou uma clinica dentária no Orfanato Casa Emanuel, em Bissau, onde os voluntários da organização prestam assistência dentária às populações. Esta iniciativa beneficiou 24.675 pessoas.

Em 2005 iniciou também as suas atividades em Cabo-Verde, beneficiando 9.868 pessoas da Ilha do Fogo e da cidade da Praia.

Recentemente implementou um projeto-piloto em São Tomé e Príncipe, desenvolvendo atividades de prevenção e promoção da saúde oral dirigidas e 1.500 crianças e jovens.

Os projetos internacionais da MAS ainda que localizados em comunidades específicas, são dinamizadores de boas práticas e potenciadores de fazer diferença no desenvolvimento.

Cada voluntário que integra estas missões leva também associado a si, o cunho da representação Portuguesa, da sua cultura, da sua língua e da sua solidariedade na ajuda ao desenvolvimento.

A MAS é constituída por todos aqueles que se preocupam com as questões solidárias e que lutam por uma sociedade e um mundo sem desigualdades.

04

Título

Unidade móvel de estomatologia e medicina dentária

Entidade

Associação Portuguesa de Medicina Dentária Hospitalar (APMDH) e Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC)

Apresentador

Margarida Gouveia, João Leite-Moreira, Jorge Marinho

Resumo

Em face da tão elevada prevalência do cancro da cavidade oral e estruturas anexas é inquestionável a inclusão de Médicos Dentistas nos Planos de Prevenção Oncológicos dando maior ênfase a esta área topográfica e à área de cabeça e Pescoço, mas sem esquecer que o Cancro é uma Doença Sistémica.

Em oncologia a prevenção é determinante para diminuição da mortalidade e morbilidade. O auto exame e as consultas de diagnóstico precoce assumem um papel crucial. Essa tem sido a aposta da Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Norte (LPCC-NRN) e da Associação Portuguesa de Medicina Dentária Hospitalar (APMDH) desde há cerca de sete anos.

A Unidade Móvel de Estomatologia e Medicina Dentária (UMEMD) da (LPCC – NRN) e da (APMDH) foi constituída com base no Protocolo celebrado entre as duas Instituições, tendo como objetivos primordiais a realização de consultas de diagnóstico precoce de cancro oral (que se realizam tanto na sede da UMEMD, localizada nas instalações da LPCC – NRN, como no exterior), a formação de médicos dentistas e outros profissionais de saúde na de oncologia (em articulação com o Centro de Formação da LPCC) e a investigação em oncologia e outras áreas afins (em articulação com os Centros de Investigação e de Formação da LPCC e outras Instituição de Ensino e Investigação Protocoladas). Na presente apresentação, será explanada a História da UMEMD e o Protocolo da Consulta de Diagnóstico Precoce de Cancro Oral da UMEMD no Porto, bem como a das iniciativas que decorrem no exterior.

05

Título

Medicina oral e dependências: o desafio futuro da prevenção em matéria de droga e toxicodependência

Entidade

Comissão para a Dissuasão da Toxicodependência de Lisboa

Apresentador

Fernando Arrobas e Margarida Amaral Rego

Resumo

Passaram já 12 anos desde que o regime jurídico aplicável “ao consumo de estupefacientes e substâncias psicotrópicas (…)” (Lei nº30/2000, de 29 de Novembro) criou as Comissões para a Dissuasão da Toxicodependência (CDT), pretendendo fazer destas instituições espaços de intervenção, numa linha pedagógica e preventiva, dirigida a indivíduos, sobretudo jovens, consumidores de substâncias psicoativas – esporádica ou regularmente -, visto que a evolução dos consumos esporádicos e recreativos para os regulares é um processo tão subtil que, quando se sente, já existe uma dependência instalada.

De facto, para além da dependência de drogas se tratar de uma problemática social e de saúde pública, relacionada com um aumento da prevalência de doenças infecto-contagiosas e distúrbios físicos e mentais, o consumo regular de substâncias psicoativas pode traduzir-se num conjunto de manifestações orais características que se podem desenvolver em patologias graves e que devem ser tratadas ou, primariamente, prevenidas, sob pena de originar impactos negativos nas tarefas quotidianas, na integração social, na saúde e no bem-estar dos que são afectados.

Na atualidade, esta problemática tem uma relevância cada vez mais evidente, uma vez que se vive numa sociedade de valores hedonistas e somatófilos, onde a imagem é determinante na co-construção e reconstrução das identidades. Ademais, o desafio futuro da prevenção em matéria de droga e toxicodependência consiste em ajudar os jovens a ajustar os seus comportamentos e a melhorar as suas capacidades de contribuir para o seu próprio bem-estar em campos de múltiplas influências.

Com efeito, o conhecimento da relação entre as doenças orais, as trajetórias de risco e as atitudes e cuidados perante o corpo destes grupos sociais pode revelar-se de enorme importância para a elaboração de estratégias eficazes que contribuam para a dissuasão do consumo de substâncias psicoativas e para a reconstrução das perspetivas de vida pessoal e social de cada indivíduo.

06

Título

Responsabilidade social numa clínica privada

Entidade

Centro Médico-Dentário Saúde e Bem-estar de Gaia, Lda

Apresentador

Maria Georgete Pereira

Resumo

A clínica, da qual sou sócia-gerente, não descurando a atual e, infelizmente, futura conjuntura económica do nosso país, continua a dar passos no campo da responsabilidade social da profissão médico-dentária. Mesmo sendo uma área médica com prática quase privada, cabe a cada um de nós tornar um pouco melhor a saúde oral daqueles que, pelos mais diversos motivos, menos podem recorrer aos nossos serviços. E, neste sentido, não me refiro apenas em fazer uma “atenção” aos nossos honorários tabelados, mas também na educação e promoção para a saúde oral – base da mudança e do sucesso de qualquer tratamento.

Deste modo, o Centro Médico-Dentário, representados por três médicas dentistas:

  • realiza, já há 4 anos consecutivos, sessões de higiene oral às turmas do 5º ano da Escola E. B. 2,3 de Soares dos Reis a cado novo início de ano letivo:
  • apresentação em PowerPoint + macro modelos para exemplificar uma correta técnica de escovagem, terminando com um período de discussão / esclarecimento de duvidas; observação da cavidade oral, registo por escrito – posteriormente enviado aos encarregados de educação;
  • realizou uma parceria com a “Associação Nós, Tu e os Outros” – Associação Humanitária de Combate à Pobreza, Exclusão Social e Abandono, através da qual os seus beneficiários poderão realizar tratamentos dentários com honorários específicos, pré-acordados.
  • participou, ao abrigo de um protocolo com a “Associação de Karaté-do de Gaia”, na “3º Caminhada da AKG” e no “3º Estágio Internacional da AKG/ASP”, distribuindo flyers que apelavam a boas práticas de higiene oral, bem como da realização periódica de uma destartarização;
  • participou no “I Campeonato de Futsal – Forças de Segurança e Proteção Civil”, realizando rastreios da Cavidade Oral, aconselhamento sobre regras / técnicas de higiene oral, bem como fazendo referência ao autoexame da boca como forma de prevenção ao cancro oral.

Como projetos pessoais: A nível individual fazemos parte da Unidade Móvel de Estomatologia e Medicina Dentaria da Associação Portuguesa de Medicina Dentária Hospitalar e da Liga Portuguesa Contra o Cancro, que realiza, gratuitamente, consultas de Diagnóstico Precoce de Cancro Oral.

Em conclusão: poderão ser projetos muito básicos, albergando um número de indivíduos reduzido, mas pensamos ser na simplicidade das ações que poderão nascer grandes mudanças!

07

Título

Red Projet – Recicle a escova de dentes

Entidade

Red Projet

Apresentador

José Pedro Gomes

Resumo

Já alguma vez pensou em reciclar a sua escova de dentes? Agora é possível, através do RED Projet reciclar os seus meios de higiene oral. O que é o RED Projet – Recicle a Escova de Dentes?

Até aqui, as escovas não tinham nenhum processo de reciclagem, eram aterradas ou incineradas pelas entidades competentes como a Valorsul.

O RED Projet consiste na recolha e reciclagem das escovas de dentes, quer eléctricas ou manuais.

Os diferentes materiais que constituem as escovas manuais sofrem processos de transformação, lavagem e trituração, resultando num produto final de base simples, o qual é utilizado para a manufactura de outros objectos, de base simples ou conjugada, aumentando assim a vida útil do material num sentido sustentável e verde; ou seja, as escovas de dentes recicladas não darão novas escovas de dentes mas sim outros itens, como baldes, garrafeiras, caixas de arrumos entre outros.

No caso das escovas de origem eléctrica o RED Projet é um colector, isto é, já existe um sistema organizado de reciclagem; REEE (Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos) e RP&A (Resíduos de Pilhas e Acumuladores) são os responsáveis por este tipo de material.

Como atualização de inovação, criou-se a semelhança da reciclagem das escovas de dentes, o processo de reciclagem para outros meios de higiene oral e de manutenção de saúde oral, como o escovilhão (1) que remove a placa bacteriana nos espaços com maiores dimensões entre os dentes, o raspador lingual (2), o porta-fio (3) instrumento que facilita o uso do fio dentário e os palitos de plástico (4), e por fim as dedeiras (5) que são especificas para estimulação gengival para bebés; como não pertencem ao ecoponto amarelo, por não serem uma embalagem não tinham processo de reciclagem; sendo encaminhados para aterros ou incinerados.

 

 


 

Estas conferências estão integradas no programa dos temas socioprofissionais do programa do XXII Congresso Anual da Ordem dos Médicos Dentistas. Estas sessões do Auditório III são gratuitas para médicos dentistas. Estes devem, nos dias do Congresso, efetuar a credenciação presencial no respetivo balcão, à entrada do Centro de Congressos de Lisboa. Estas credenciais não permitem o acesso às restantes salas do programa científico. A capacidade da sala está a limitada a 120 lugares. Os congressistas inscritos no programa científico têm acesso a todas as salas sem limitações.

Ordem dos Médicos Dentistas
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