Resumo
Na última década, a Endodontia tornou-se um dos pilares mais importantes da Medicina Dentária Moderna. A luta pela manutenção dos dentes naturais obrigou os tratamentos de “última linha”, como a Endodontia, a evoluir.
Dessa maneira foi possível oferecer resultados mais consistentes e dar resposta a situações mais complexas para as quais durante muitos anos não havia solução possível. O aparecimento de materiais como o MTA vieram mudar a nossa maneira de julgar um prognóstico em Endodontia.
Cada vez mais, o Retratamento Endodôntico ganha um lugar de destaque na nossa prática clínica diária. A correcção, a actualização, o retratamento de tratamentos anteriores apresenta-se como a solução mais razoável perante um fracasso Endodôntico.
No entanto, ao contrário do tratamento inicial, o retratamento conta com novas dificuldades, novos desafios, muitos destes impostos pelo tratamento em si.
Nesta apresentação será feita uma abordagem ao instrumental actual disponível para um Retratamento Endodôntico de sucesso. Serão avaliadas as técnicas para resolução de problemas Endodonticos como instrumentos fracturados, postes de fibra ou falsos cotos fundidos.
O Tratamento Endodôntico Cirúrgico surge como uma alternativa viável? Que espaço lhe é deixado pela Implantologia?
Artur Filipe Aguilar
- Licenciado no Instituto Superior de Ciências da Saúde -Sul (2000)
- Assistente convidado de histologia oral e histologia I – ISCS Sul (2000-2007)
- Mestrado em endodontia – Universitat Internacional da Catalunya (2004)- Barcelona
- Professor de mestrado em endodontia da Universitat Internacional da Catalunya – Barcelona
- Co-fundador dos cursos de endodontia da EndoAcademy – 2012
- Aluno de doutoramento na Universitat Internacional da Catalunya