A reabilitação de dentes posteriores continua a ser um dos desafios mais frequentes na nossa prática clínica.
Para tomarmos decisões seguras e alcançarmos os melhores resultados para cada caso, é essencial começar com uma avaliação criteriosa nomeadamente da estrutura dentária remanescente, da vitalidade pulpar e das condições periodontais.
Com base nesses fatores, definimos o diagnóstico e delineamos o plano de tratamento mais adequado.
As opções restauradoras são diversas e vão desde restaurações adesivas diretas, indiretas e cimentadas.
Quando lidamos com dentes com grande perda estrutural, muitas vezes temos de recorrer a estratégias adicionais: retenção mecânica, cirurgia para aumento de coroa clínica ou mesmo extrusão ortodôntica.
Mas nem sempre é possível manter o dente — e aí surge a pergunta inevitável: quando é que devemos parar de tentar preservar e considerar a extração?
Nesta formação, vamos procurar simplificar este processo de decisão clínica. Discutir critérios objetivos, partilhar experiências e, acima de tudo, refletir sobre até onde devemos (ou não) ir na tentativa de salvar um dente.
O objetivo principal desta formação é: ajudar a identificar os principais desafios na restauração de dentes posteriores e facilitar a elaboração do plano de tratamento ideal.
No final desta formação o formando será capaz de: reabilitar qualquer tipo de dente posterior com confiança, sabendo exatamente qual o plano de ação mais adequado em cada situação clínica.