11 de janeiro 2021

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21:00 a 23:00

Na nossa prática clínica diária deparamo-nos com situações deveras difíceis, não só no próprio diagnóstico, mas essencialmente na decisão de qual a via de tratamento a tomar. Na periodontologia tal acontece muito frequentemente quando se nos deparam casos em que o espectro da extração está muito próximo.

Atualmente, com o desenvolvimento e a vulgarização da utilização dos implantes endo-ósseos, gerou-se um “sentimento” de que o prognóstico de um implante pode ser muito melhor do que de um dente periodontalmente comprometido. Muito embora siga essa via em alguns casos, não poderemos generalizar nem achar que os implantes são a panaceia para todos os nossos problemas, pois, de facto, não o são.

Durante a apresentação, que se quer tão interativa quanto possível, serão discutidos casos que trarão dúvidas a todos, tal como me trouxeram a mim quando os tratei. Poderemos discutir as várias hipóteses de tratamento para, no final, eu mostrar quais foram as minhas decisões para cada um deles. Tal como faço diariamente, poderemos todos decidir se a minha opção de tratamento foi, de facto, a melhor.

Curso ministrado por

Gil Alcoforado

  • Reitor do Instituto Universitário Egas Moniz
  • Past-President da EFP – European Federation of Periodontology
  • Presidente da Secção Europeia do ICD – International College of Dentists
  • Tesoureiro da EAO – European Association of Osseointegration
  • Membro da Academia das Ciências de Lisboa
  • Ministrou mais de 200 conferências em mais de 17 diferentes países
  • Prática clínica limitada à periodontologia (desde 1987) e implantologia (desde 1990)