Rute Efigénio Gomes
Tratamentos pulpares em dentição decídua
- Médica Dentista pela Faculdade de Medicina Dentária, Universidade de Lisboa
- Mestrado em Odontopediatria pela Facultad d’Odontologia, Universitat de Barcelona
- Mestrado Integrado pela Faculdade de Medicina Dentária, Universidade de Lisboa
- Especialidade em Medicina Dentária para Bebés pela Bebê Clínica, Universidade Estadual de Londrina.
- Doutoranda na Facultad de Medicina, Universitat de Barcelona
- Prática clínica exclusiva em Odontopediatria
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Odontopediatria
9 de novembro, de 09h45 às 10h30
Auditório C
Resumo da conferência
O principal objetivo da terapia pulpar na dentição decídua é manter a integridade e a saúde dos dentes e dos seus tecidos de suporte, para que possam permanecer mais tempo na arcada dentária.
O diagnóstico clínico depende da queixa principal, história clínica, história dentária e tratamentos executados e exame clínico com o auxílio dos testes dentários e radiografias.
Qualquer dente decíduo com exposição pulpar deve ser submetido a tratamento pulpar ou extração com base na vitalidade da polpa, presença ou ausência de patologia, restaurabilidade e no tempo para a sua esfoliação.
A terapia pulpar em dentes decíduos difere dos dentes permanentes quer nos medicamentos utilizados quer na técnica de obturação. A morfologia complexa dos canais radiculares em dentes decíduos dificulta a limpeza adequada por instrumentação mecânica e irrigação dos canais. Muitas vezes o tratamento realizado permanece incompleto devido à falta de conhecimento do dentista ou à falta de cooperação da criança.
A apresentação ajudará o clínico a decidir o tipo de tratamento a ser realizado, de modo a evitar o aumento do número de extrações desnecessárias de dentes decíduos.