Maria João Ponces

Tratamento ortodôntico precoce - classe II

  • Professora Auxiliar da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto
  • Especialista em Ortodontia pela Ordem dos Médicos Dentistas
  • Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Especialistas em Ortodontia
  • Vogal da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Ortopedia Dento-Facial Prática clínica exclusiva de Ortodontia

Nacionalidade: Portugal

Áreas científicas: Ortodontia

8 de novembro, de 10h00 às 10h30

Auditório C

Resumo da conferência

Atualmente, o tratamento ortodôntico atinge avanços notáveis nomeadamente no conhecimento do crescimento, da fisiologia, da resposta tecidular, dos materiais e das técnicas diagnósticas. No entanto, mantém-se a controvérsia sobre a justificação da intervenção precoce particularmente nos casos de má-oclusão de Classe II. A literatura descreve diversas abordagens de tratamento, umas com aparelhos fixos, associados a elásticos ou dispositivos extra-orais, outras com aparelhos removíveis, tais como os ativadores, podendo estes também ter conjugados forças extra-orais.

Tencionamos salientar o recurso terapêutico a aparelhos funcionais combinados com forças extra-orais no tratamento de Classes II em pacientes com potencial de crescimento. A associação das forças extra-orais aos ativadores tem por objetivo controlar os efeitos indesejáveis que acompanham a correção da Classe II já que, como resultado, é induzida uma tendência à rotação posterior da maxila e do plano oclusal. Nessa conformidade, a estabilização do complexo nasomaxilar permitirá manter a inclinação do plano mandibular relativamente à base craniana e evitar a rotação posterior da mandíbula. Por outro lado, a resposta mandibular vai resultar num avanço do pogonion, na sequência da propulsão mandibular induzida pelo dispositivo.

Nesta conferência analisam-se, descrevem-se e discutem-se as vantagens e os inconvenientes desta abordagem terapêutica. Procura-se fazer uma análise crítica dos respetivos efeitos com base nos resultados de casos clínicos apresentados e com apoio da literatura científica.

Congresso da OMD 2018
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.