Hipomineralização incisivo-molar. Revisão da literatura

Póster de revisão em odontopediatria, por Selma Pascoal, Aline Gonçalves, Teresa Vale, Rui Pinto e Paulo Rompante

Autores
Selma Pascoal Instituto Universitário de Ciências da Saúde - CESPU
Aline Gonçalves Instituto Universitário de Ciências da Saúde - CESPU
Teresa Vale Instituto Universitário de Ciências da Saúde - CESPU
Rui Pinto Instituto Universitário de Ciências da Saúde - CESPU
Paulo Rompante Instituto Universitário de Ciências da Saúde - CESPU
Hall dos Posters, 9 Nov., 17h30 às 19h00, poster nº 085 Não candidato a prémio

Introdução: A hipomineralização incisivo-molar (HIM) é uma patologia sistémica, caracterizada pela diminuição da mineralização de um até quatro primeiros molares permanentes surgindo, frequentemente, associada aos incisivos permanentes, igualmente afetados.

Objetivos: Dar a conhecer a etiologia, características clínicas, o diagnóstico diferencial e as possíveis formas de tratamentos para a HIM.

Materias e Métodos: Pesquisa bibliográfica na base de dados Pubmed, entre 2011-2018, com as palavras-chave “hipomineralização incisivo-molar “, “defeitos de desenvolvimento de esmalte”, “hipoplasia” e “odontopediatria”.

Resultados: A etiologia é multifatorial e pouco conhecida.
Clinicamente, tem uma localização assimétrica, zonas de descoloração branca/opaca, amarela ou castanha, sendo que lesões mais escuras refletem o aumento de severidade; aparecimento de fraturas e sensibilidade dentária aumentada.
A HIM nem sempre é fácil de diagnosticar e é muitas vezes confundida com fluorose ou amelogénese imperfeita. Diferencia-se da fluorose através das opacidades, que nesta se encontram mais difusas e na HIM estão mais demarcadas. Na amelogénese imperfeita, toda a dentição é afetada e existe um padrão familiar.

O tratamento pode passar pela prevenção, a aplicação tópica de produtos com flúor e colocação de selantes de fissura, ou pela restauração com ionómero de vidro, resinas compostas, entre outros.

Conclusão e implicações clínicas: Crianças com HIM devem ser consideradas pacientes de alto risco, pelo que devem ser monitorizadas frequentemente, a fim de prevenir a destruição extensiva dos dentes afetados.É importante que o odontopediatria, na sua prática clínica, consiga identificar HIM, nomeadamente os aspetos clínicos e diagnósticos diferencias de forma a realizar um plano de tratamento adequado.

Congresso da OMD 2018
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