A diferenciação dos traçados cefalométricos

Póster de investigação em ortodontia, por Berta Meireles, Ana Cristina Braga, Lucinda Gifford Faria, Marta Jorge e Maria João Ponces

Autores
Berta Meireles Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto
Ana Cristina Braga Escola de Engenharia da Universidade do Minho, ALGORITMI Centre
Lucinda Gifford Faria Prática Privada, Portimão
Marta Jorge Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto
Maria João Ponces Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto
Hall dos Posters, 9 Nov., 09h00 às 10h30, poster nº 035 Não candidato a prémio

Introdução
Os sistemas de codificação de Steiner e de Ricketts permitem a diferenciação dos traçados cefalométricos através da atribuição de uma cor específica a cada um dos estádios do tratamento ortodôntico.
Embora o primeiro seja o recomendado e o aceite pela comunidade ortodôntica, a sua utilização nem sempre se faz de uma forma sistemática.
Objetivos
Pretendeu-se conhecer se a metodologia proposta por Steiner é, de facto, a mais utilizada.
Material e métodos
A amostra (n=162) foi formada a partir dos Case Reports, do American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, publicados entre 2012 e 2016, inclusive, bem como no volume 151 (2017).
Resultados
Dos 162 artigos clínicos examinados, 71 manuscritos apresentavam mais do que um traçado cefalométrico.
A diferenciação realizou-se através da cor em 43 casos clínicos, perfazendo o sistema de codificação de Steiner ou outro tipo indiscriminado de coloração as percentagens de 53,6% e 7%, respetivamente.
Numa percentagem significativa de casos (33,8%) constatou-se que todos os traçados eram pretos.
Discussão
Ainda hoje, o sistema de Steiner é o solicitado por diversas entidades científicas e institucionais. Contudo, quando não há regras previamente estabelecidas, a sua utilização não se processa de uma forma sistemática.
Conclusões
O sistema de coloração proposto por Steiner foi o preferencialmente utilizado (53,6%).
Implicações clínicas
Seria vantajoso que a comunidade ortodôntica fizesse um esforço no sentido de adotar uma simbologia comum que permitisse uma comunicação rápida, simples e clara. No entanto, será utópico pensar que uma única metodologia possa ser totalmente abrangente e inclusiva.

Congresso da OMD 2018
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.