Miguel Agostinho Cardoso
Obturação endodôntica – novos horizontes
- Licenciatura em Medicina Dentária pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, 1998 a 2004
- Mestrado em Patologia Experimental pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, 2007
- Tema mestrado: “Biocompatibilidade de Sistemas de Obturação Canalar – Estudo Experimental”
- Doutoramento em Ciências Veterinárias/Ciências Biomédicas – Univ. de Trás-os-Montes e Alto Douro, 2017
- Tema doutoramento: “Biocerâmicas na Regeneração Tecidular em Perfurações de Furca num Modelo Canino”
- Professor auxiliar convidado Mestrado Integrado Medicina Dentária – Universidade Católica Portuguesa
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Endodontia
15 de novembro, de 18h10 às 19h00
Auditório B
Resumo da conferência
A complexidade da anatomia canalar motiva a constante atualização da endodontia.
Nas últimas décadas ocorreram mudanças significativas na ciência dos materiais endodônticos, que continua em constante evolução. As técnicas de obturação termoplásticas ocupam um lugar de destaque na escolha da técnica de obturação canalar.
O desenvolvimento de biomateriais que promovem a reparação de tecidos danificados, tendo em vista a rápida restauração das suas funções fisiológicas, tem sido objeto de intensa e crescente investigação.
Inspirados pela excelente capacidade de selamento, biocompatibilidade e bioatividade dos cimentos à base de silicato de cálcio, os novos cimentos de obturação propõem mudar o paradigma da obturação, estabelecendo um ponto de vista biológico sobre a obturação dos canais radiculares.