Regeneração óssea guiada na mandíbula anterior

Póster de casos clínicos em peridodontologia por Pedro Lopes Otão, Tiago Rodrigues, Vanessa Rocha Rodrigues, Pedro Fonseca Rocha e Paulo Mascarenhas

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Pedro Lopes Otão Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa
Tiago Rodrigues Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa
Vanessa Rocha Rodrigues Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa
Pedro Fonseca Rocha Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa
Paulo Mascarenhas Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa
Hall dos Posters, 15 de novembro de 2019, 14h30 às 16h00, póster nº 68 Não candidato a prémio

Descrição do Caso Clínico: Paciente do género feminino com 68 anos de idade, saudável, referida para a Especialização de Periodontologia FMDUL.

A avaliação clínica e imagiológica permitiu observar a existência de múltiplas ausências dentárias e a presença de reabsorção óssea horizontal na região do 5º sextante. Foi proposta a realização de cirurgia de regeneração óssea guiada, através do uso de membrana de titânio, biomaterial xenogénico e enxerto ósseo autólogo, para posterior colocação de implantes.

Discussão: A decisão relativamente à técnica cirúrgica baseou-se na avaliação da espessura óssea residual, realizada através exames imagiológicos. Assim, sendo de 1mm em média decidimos fazer a técnica acima descrita.
Numa revisão sistemática de Sanz-Sanchez em 2015, demonstrou-se que o uso de osso autólogo para enxerto combinado com biomaterial xenogénico, provou ser a alternativa com mais ganho ósseo no sentido horizontal.

Num estudo clínico randomizado de 2018, Mendoza-Azpur e cols., demonstraram que nenhum dos implantes colocados nas maxilas que foram sujeitas a regeneração óssea guiada no sentido horizontal falharam a osteointegração, independentemente do tipo de material de enxerto usado, embora com um período de seguimento, relativamente curto, 18 meses.

Conclusões: Para um correto diagnóstico e plano de tratamento, foi essencial a avaliação radiográfica das três dimensões.

A escolha do biomaterial xenogénico assentou nos resultados histológicos que demonstravam que este biomaterial forma uma estrutura muito útil para a regeneração óssea dado à baixa taxa de reabsorção e estabilidade a longo prazo, aproveitando as suas propriedades osteocondutores, enquanto que o enxero de origem autóloga foi útil no sentido de aproveitar as suas propriedades osteogénicas.

Congresso da OMD 2019
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