Septos sinusais na consulta de implantologia de uma clínica dentária universitária

Póster de investigação em implantologia por Pedro Silva Rodrigues, Ricardo Castro Alves, Pedro Sottomayor, Bernardo Pereira Saldanha e Rodolfo da Fonseca Vaz

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Pedro Silva Rodrigues Instituto Universitário Egas Moniz
Ricardo Castro Alves Instituto Universitário Egas Moniz
Pedro Sottomayor Instituto Universitário Egas Moniz
Bernardo Pereira Saldanha Instituto Universitário Egas Moniz
Rodolfo da Fonseca Vaz Instituto Universitário Egas Moniz
Hall dos Posters, 15 de novembro de 2019, 09h00 às 10h30, póster nº 37 Não candidato a prémio

Introdução: Após perda dentária na maxila, ocorre pneumatização sinusal com diminuição da altura óssea. As elevações externas de seio maxilar poderão estar indicados nestas situações.
Os septos intra-sinusais são projecções de osso cortical que poderão subdividir o seio em compartimentos. A sua presença aumenta a probabilidade de perfuração da membrana na elevação externa.

Objetivos: Avaliar a presença de septos no seio maxilar de pacientes submetidos a elevação externa na consulta de Implantologia de uma clínica Universitária.

Materiais e Métodos: Análise de imagens de TC e CBCT de 30 doentes do sexo masculino e 30 doentes do sexo feminino, submetidos a elevação externa unilateral do seio maxilar, entre 2014 e 2019, na consulta de Implantologia de uma clínica Universitária.
Resultados agrupados em tabelas de frequência de acordo com presença/ausência de septos. Pacientes com septos foram agrupados de acordo com sexo e orientação septal (coronária, axial, sagital e outras). Aproximações às centésimas.

Resultados: Observados 34 septos em 28 doentes, por ordem decrescente de frequência: orientação coronal (55,88%), axial (17,64%) e sagital (5,89%). 20,59% não puderam ser classificados, designados por outros.

Discussão: O recurso a reconstruções 3D para saber a orientação dos septos poderá explicar mais elevadas taxas de identificação destas orientações em comparação a outros estudos que as exploraram intra-operatoriamente ou por ortopantomografias.

Conclusões: As imagens de TC e CBCT foram válidas para observação de septos sinusais pela avaliação tridimensional, localização, orientação e altura.

Implicações clínicas: A presença de obstáculos durante descolamento e elevação da membrana poderá condicionar a localização da osteotomia, número de acessos e remoção destes intraoperatoriamente.

Congresso da OMD 2019
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