Alexandre Miguel Santos
Abordagem do setor estético com compromisso periodontal severo: dentes vs implantes | Regeneração periodontal
- Professor Auxiliar em Periodontologia da Egas Moniz School of Health & Science;
- Mestrado em Periodontologia pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa (FMDUL).
- Especialista em Periodontologia pela Ordem dos Médicos Dentistas (OMD).
- Doutorado pela FMDUL.
- Docente do Curso Pós-graduado de Especialização em Periodontologia e da Pós-graduação em Periodontologia Clínica Internacional na Egas Moniz School of Health & Science.
- Vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Periodontologia e Implantes (SPPI) de 2023 a 2026.
- Fellow do International College of Dentists (ICD).
- Autor de múltiplas publicações científicas e palestrante em congressos nacionais e internacionais na área da Periodontologia e Implantologia.
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Periodontologia
Auditório B
Resumo da conferência
A decisão entre preservar ou extrair dentes com compromisso periodontal severo no setor anterior continua a ser um dos temas mais controversos da medicina dentária contemporânea.
Em situações de perda óssea severa, existe uma tendência clínica enraizada para assumir a extração dentária como a solução mais indicada e previsível. No entanto, este cenário representa também o de maior risco reconstrutivo e reabilitador, onde a perda óssea pré-existente compromete gravemente o volume alveolar, a arquitetura gengival e o perfil de emergência.
Perante este cenário 2 dilemas se apresentam sobre forma de questões críticas pertinentes: 1) Não estaremos a extrair dentes demasiado cedo e a descobrir demasiado tarde as suas consequências? 2) Conseguem-se alcançar resultados previsíveis com uma abordagem reabilitadora suportada por implantes em situações limite?
Numa era exigente em termos de valorização estética e funcional, importa reavaliar criticamente o conceito de prognóstico periodontal e o verdadeiro potencial da preservação dentária, mas também conhecer os limites reconstrutivos dos tecidos peri-implantares e o aporte de opções reabilitadores com implantes.
O domínio e a relevância desta região na estética facial exigem que o clínico assuma uma visão integrada, agindo simultaneamente como periodontologista, cirurgião e prostodontista no momento desta escolha decisiva - extrair ou não extrair - que definirá o prognóstico estético para as décadas vindouras.
Nesta conferência, serão apresentados casos clínicos desafiadores em situações fronteira para auxiliar a compreensão dos limites regenerativos das várias opções e as condicionantes reabilitadoras englobadas numa abordagem multidisciplinar.
Pretende-se refletir sobre critérios de seleção, fatores de prognóstico e limites biológicos da decisão terapêutica, estabelecendo uma sequência lógica de procedimentos com racionais válidos e comprovados, como principais pilares da terapia reconstrutiva.
Em situações de perda óssea severa, existe uma tendência clínica enraizada para assumir a extração dentária como a solução mais indicada e previsível. No entanto, este cenário representa também o de maior risco reconstrutivo e reabilitador, onde a perda óssea pré-existente compromete gravemente o volume alveolar, a arquitetura gengival e o perfil de emergência.
Perante este cenário 2 dilemas se apresentam sobre forma de questões críticas pertinentes: 1) Não estaremos a extrair dentes demasiado cedo e a descobrir demasiado tarde as suas consequências? 2) Conseguem-se alcançar resultados previsíveis com uma abordagem reabilitadora suportada por implantes em situações limite?
Numa era exigente em termos de valorização estética e funcional, importa reavaliar criticamente o conceito de prognóstico periodontal e o verdadeiro potencial da preservação dentária, mas também conhecer os limites reconstrutivos dos tecidos peri-implantares e o aporte de opções reabilitadores com implantes.
O domínio e a relevância desta região na estética facial exigem que o clínico assuma uma visão integrada, agindo simultaneamente como periodontologista, cirurgião e prostodontista no momento desta escolha decisiva - extrair ou não extrair - que definirá o prognóstico estético para as décadas vindouras.
Nesta conferência, serão apresentados casos clínicos desafiadores em situações fronteira para auxiliar a compreensão dos limites regenerativos das várias opções e as condicionantes reabilitadoras englobadas numa abordagem multidisciplinar.
Pretende-se refletir sobre critérios de seleção, fatores de prognóstico e limites biológicos da decisão terapêutica, estabelecendo uma sequência lógica de procedimentos com racionais válidos e comprovados, como principais pilares da terapia reconstrutiva.