Margarida Nunes
Prevenção de complicações em ortodontia | Prevenção do insucesso da ancoragem esquelética temporária
- Médica Dentista, pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto, 2009.
- Especialista em Ortodontia pela Ordem dos Médicos Dentistas, maio de 2023.
- Especializacão em Ortodontia pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto, 2011-14.
- Pós-Graduada em Ortodontia com Alinhadores – Sistema Invisalign. CESPU, 2020-2011.
- Curso de Ortodontia Avançada “Sistemas Ertty” – 2016-2019.
- Curso de Certificação INVISALIGN, 2017.
- Curso de Dor Oro-Facial e Disfunção Temporo-Mandibular, 2010.
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Ortodontia
9 de novembro, de 09h30 às 10h00
Auditório C
Resumo da conferência
A utilização de mini-implantes e das mini-placas como ferramenta de ancoragem esquelética temporária tem vindo a crescer nos últimos anos e é associada a diversas técnicas ortodônticas.
As vantagens da sua utilização superam de forma inequívoca as suas desvantagens, sendo fundamental seguir protocolos para otimizar os resultados e minimizar as falhas.
A seleção da técnica de ancoragem mais adequada e o planeamento prévio à sua colocação são absolutamente essenciais. De realçar alguns fatores determinantes do sucesso como a escolha da sua localização, tendo em conta diversos aspetos: o posicionamento das raízes dos dentes adjacentes os tecidos moles (gengiva aderida, mucosa jugal e freios) e as características do osso onde vão ser colocados.
O protocolo cirúrgico para a colocação das mini-placas é mais complexo do que para os mini-implantes, mas ambos têm características particulares que devemos conhecer, para que no final o ortodontista possa utilizar esta ancoragem de forma eficiente e eficaz.
Apesar de êxito desta técnica de ancoragem estar diretamente dependente das competências do clínico, também está subordinada às características dos mini-implantes/ mini-placas e às particularidades de cada paciente.