Ana Paula Amorim
Diferentes sensibilidades clínicas, diferentes opções terapêuticas - discussão de casos clínicos | Disjunção ósseo-suportada versus disjunção convencional em adolescentes
- Licenciatura em Medicina Dentária na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto (FMDUP).
- Pós-graduação de 3 anos em regime full-time de Ortodontia pela FMDUP.
- Mestrado full-time de 2 anos em Ortodontia pela FMDUP.
- Especialista em Ortodontia pela Ordem dos Médicos Dentistas.
- Master Damon.
- Certificado em Invisalign.
- Foi docente de Ortodontia na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto.
- Autora de inúmeras conferências na área da especialidade.
- Membro de diversas sociedades científicas.
- É atualmente docente convidada desde 2013 da FMDUP onde leciona no Curso de Especialização de Ortodontia Clinica.
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Ortodontia
Auditório C
Resumo da conferência
A disjunção esquelética é um procedimento ortopédico utilizado para corrigir a insuficiência transversal da maxila através da abertura da sutura palatina média, promovendo um aumento real da largura do osso maxilar.
A abordagem ortodôntica do deficit transversal em adolescentes continua a ser desafiante e âmbito de alguma controvérsia no que diz respeito ao dispositivo mais eficaz para a sua resolução, sobretudo porque é difícil o diagnóstico da maturação da sutura média.
A progressão da maturação óssea aumenta a interdigitação das suturas, reduzindo a eficácia da disjunção convencional e aumentando a probabilidade de ocorrer mais inclinação dentária que disjunção esquelética.
O caso apresentado ilustra este tema, evidenciando a perspetiva clínica da utilização da expansão esquelética com mini-implantes num paciente adolescente.
A abordagem ortodôntica do deficit transversal em adolescentes continua a ser desafiante e âmbito de alguma controvérsia no que diz respeito ao dispositivo mais eficaz para a sua resolução, sobretudo porque é difícil o diagnóstico da maturação da sutura média.
A progressão da maturação óssea aumenta a interdigitação das suturas, reduzindo a eficácia da disjunção convencional e aumentando a probabilidade de ocorrer mais inclinação dentária que disjunção esquelética.
O caso apresentado ilustra este tema, evidenciando a perspetiva clínica da utilização da expansão esquelética com mini-implantes num paciente adolescente.