Hélder Moura

Prótese do tipo FP1: Estado da arte

  • Licenciatura em Prótese Dentária pelo Instituto Superior de Ciências da Saúde – ISCS­ Norte (1999-2003).
  • Licenciatura em Medicina Dentária pelo Instituto Superior de Ciências da Saúde – Norte (ISCSNorte)-(2004-2008).
  • Mestrado em lmplantologia pela Universidade de Paris XII (2009).
  • Mestrado em lmplantologia pela Escola Europeia de lmplantologia Oral e Reabilitação em Biomateriais (ESORIB) (2009).
  • Curso de Cirurgia Avançada no Núcleo Avançado de Terapia Odontológica (NATO) – Peru. (2012).
  • Residência Clínica “Cirurgia Regenerativa Avançada e Prótese Estética” – Dr. Ramón Gómez Meda, Espanha.
  • Diretor/ professor na SHAPE DENTISTRY ACADEMY.
  • Professor Assistente no Instituto Universitário Ciências da Saúde (IUCS).
  • Orador em múltiplas conferências e reuniões científicas a nível nacional e internacional.
  • Diretor clínico da HÉLDER MOURA DENTAL CLINICS.
  • lmplantologia, Cirurgia Oral e Reabilitação Estética.

Nacionalidade: Portugal

Áreas científicas: Conferência patrocinada (Biotech Dental)

10 de novembro, de 16h15 às 17h00

Auditório C

Resumo da conferência

A implantologia requer atualmente a participação de várias disciplinas da medicina dentária: um diagnóstico preciso e um planeamento ajustado e personalizado a cada paciente são hoje fundamentais para alcançar bons resultados estéticos. O objetivo da reabilitação com implantes não é apenas alcançar uma osteointegração bem-sucedida, conseguir reabilitações mais estéticas e funcionais é imperativo.

A reconstrução óssea e a manipulação dos tecidos moles na área peri-implantar é o principal desafio nos casos diários, de forma a restabelecer o correto equilíbrio entre rosa/branco. Em suma, conhecer os principais conceitos da biologia peri-implantar, a importância da qualidade e volume dos tecidos e as técnicas cirúrgicas e não cirúrgicas são hoje fundamentais no tratamento de reabilitações orais complexas.

Planeamento reverso e implantologia protética guiada são aliados reais, bem como técnicas de enxerto de tecidos moles, suturas, retalhos de avanço coronal e abordagens de tunelização, conceitos de cicatrização de tecidos moles guiados por prótese, provisionalização em torno de implantes e pônticos, e por fim, um fluxo de trabalho digital protético e cirúrgico.

Importante também ressalvar a abordagem mucogengival em tratamentos de arco total implantossuportado, reconstruindo maxilares de forma a terminarem em reabilitações do tipo FP1.

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