Osvaldo Correia

Sinais de alerta dos cancros cutâneos

  • Curso Medicina FM Porto, (1985). Especialista em Dermatologia e Venereologia e Farmacologia Clínica
  • Docente de Imunologia Clínica, desde 1986, da Faculdade Medicina Porto. Atualmente Professor Afiliado
  • Trabalhou em Dermatologia no Hospital São João (Porto) até 1994, depois no IPO do Porto, até 2001
  • Exerce medicina privada desde 1993. Diretor Centro Dermatologia Epidermis (www.epidermis.pt), Porto
  • Coordenador Campanhas Prevenção Cancros Pele da APCC (www.apcancrocutaneo.pt), de 2002 a 2020
  • Organizou durante 18 anos (2003 a 2020) cursos sobre Prevenção de Cancros da Pele
  • Possui 116 publicações (Researchgate), em diversas áreas da Dermatologia, com mais de 4.900 citações

Nacionalidade: Portugal

Áreas científicas: Medicina oral

17 de novembro, de 11h30 às 12h05

Auditório D

Resumo da conferência

A incidência dos diferentes cancros da pele tem vindo a aumentar. Em Portugal surgem atualmente mais de 13.000 novos casos por ano, sendo mais de 1.000 os casos de Melanoma.

Para além de fatores genéticos e fotótipo, destacam-se fatores ambientais, em particular a exposição aos Ultravioleta (UV) B e A de forma cumulativa, seja em atividades recreativas ou profissionais ou a exposição a solários, bem como a imunossupressão.

Das lesões percursoras de cancros da pele, destacam-se as queratoses actínicas, principais percursores dos Carcinomas Espinocelulares, o segundo cancro da pele mais frequente, com potencial de envolvimento ganglionar e sistémico.

Os Carcinomas Basocelulares constituem os cancros da pele mais frequentes, cuja malignidade é sobretudo local.

Os Melanomas sendo menos frequentes são os potencialmente mais graves pelo risco de metastização sistémica se não forem excisados numa fase inicial.

A maioria dos Carcinomas ocorrem na face, couro cabeludo e pescoço. É essencial o reconhecimento clínico e diagnóstico precoce das diferentes formas de cancros da pele, sendo a Dermatoscopia importante no diagnóstico diferencial e a histopatologia indispensável perante qualquer dúvida diagnóstica.

O tratamento precoce e eficaz é essencial para um bom prognóstico. Na mucosa labial e bucal para além dos fatores genéticos e UVs, os antecedentes tabágicos, alcoólicos e infeção HPV são fatores relevantes na etiopatogenia dos Cancros da Mucosa Oral, em particular nos Carcinomas Espinocelulares.

Congresso da OMD 2022
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