Maria João Dias
Saúde oral como agente de transformação social: quebrar ciclos de pobreza com intervenção preventiva acessível
- Com uma longa experiência em Recursos Humanos e uma carreira sólida e diversificada na Sonae, abrangendo múltiplos setores de negócio — incluindo Turismo e Retalho — em Portugal e em Espanha, onde viveu e trabalhou durante vários anos em Madrid.
- Licenciada em Psicologia e com uma Pós-graduação em Gestão pela Porto Business School, especializou-se em estratégias de gestão de pessoas e desenvolvimento organizacional.
- Nos últimos anos, liderou as áreas de Compensação de Executivos e Mobilidade Internacional, tendo desempenhado um papel fundamental na definição de políticas globais e na promoção de práticas inovadoras.
- A sua abordagem estratégica e holística à gestão de pessoas permite-lhe alinhar as estratégias de talento com os objetivos do negócio, assegurando resultados impactantes e sustentáveis.
- Lidera igualmente o programa de responsabilidade social corporativa da Sonae — Programa Somos Sonae — que apoia colaboradores em situação, ou em risco, de vulnerabilidade psicossocial ou económica.
- O programa integra iniciativas como um projeto de saúde oral, desenvolvido em parceria com a Mundo a Sorrir e a Cruz Vermelha Portuguesa, bem como programas de apoio a vítimas de violência doméstica e iniciativas dedicadas à literacia financeira e à saúde mental, entre outras.
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Na Ordem do Dia (Saúde oral como agente de transformação social)
8 de novembro, de 14h30 às 16h00
Innovation Box
Resumo da conferência
A saúde oral é um instrumento fundamental na quebra de ciclos de pobreza, promovendo a autoestima, qualidade de vida e, acima de tudo, a inclusão social.
Atualmente, a saúde oral não é acessível a todos e, sendo maioritariamente praticada no setor privado, deixa uma elevada faixa da população suscetível a graves problemas de saúde oral, com impacto nas taxas de absentismo no trabalho e na escola, bem como no acesso ao mercado laboral.
Esta realidade agrava as desigualdades já existentes, colocando as populações socioeconomicamente mais fragilizadas em risco de pobreza extrema.
A prevenção, aliada à acessibilidade, é essencial para que a saúde oral possa, de facto, assumir um papel determinante no combate à pobreza e às desigualdades sociais.