Luís Caetano

Novas tendências na abordagem da dor: diagnóstico de dor

  • Mestrado Integrado em Medicina Dentária – IUCS-CESPU (2010).
  • Prática direcionada para a endodontia desde 2011.
  • Master em Endodontia – Universidade Internacional da Catalunha (2012/2014).
  • Assistente convidado do departamento de medicina dentária conservadora no IUCS-CESPU desde 2015.
  • Docente da pós-graduação de Endodontia da CESPU desde 2015.
  • Diretor clínico e pedagógico do Instituto – IRON.
  • Formador dos e cofundador dos cursos de endodontia e endodontia avançada FromRoots.
  • Membro certificado da Sociedade Europeia de Endodontia.
  • Membro da Sociedade Portuguesa de Endodontologia.

Nacionalidade: Portugal

Áreas científicas: Endodontia

6 de novembro, de 09h00 às 09h45

Auditório B

Resumo da conferência

A dor orofacial, especialmente de origem dentária, é uma das principais razões pelas quais os pacientes procuram cuidados médico-dentários.

Contudo, a sua complexidade e a sobreposição de sinais e sintomas entre diferentes etiologias tornam o diagnóstico um verdadeiro desafio, o que leva muitos clínicos a experienciar dúvidas neste processo.

A pressão para oferecer alívio imediato, aliada à confiança cega em testes tradicionais, pode conduzir a decisões precipitadas e tratamentos irreversíveis — muitas vezes desnecessários. Este cenário exige uma pausa para reflexão: por que não pensar antes de tratar?

Esta palestra propõe uma abordagem prática e sistemática que ajudará a evitar esses erros no diagnóstico. Começando por diferenciar dor odontogénica e não odontogénica, mas dando especial enfoque à dor de origem endodôntica.

Serão explorados protocolos de diagnóstico diferencial, interpretações corretas de testes clínicos e dicas essenciais para distinguir dor referida de localizada, sem cair nas armadilhas comuns dos achados radiográficos ou de interpretações incorretas de testes de sensibilidade pulpar e periodontais.

Casos clínicos reais ilustrarão possíveis falhas de diagnóstico e as suas consequências, seguidos de estratégias que permitem decisões mais criteriosas e assertivas.

No final, o participante levará consigo não só maior confiança para diagnosticar corretamente, mas também a capacidade de oferecer alívio ao paciente sem recorrer a tratamentos desnecessários. Porque saber pensar antes de tratar é uma competência clínica essencial para quem procura a excelência e é sinónimo de rigor e maturidade profissional.

Congresso da OMD 2025
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