Hugo Trindade
Fórum Odontopediatria | Princípios gerais da sedação oral/nasal/retal e intervenção da criança sob anestesia endovenosa/anestesia geral
- Assistente Hospitalar Graduado de Anestesiologia
- 1994-2001: Ensino Universitário em Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
- 2008-2019: Assistente Hospitalar de Anestesiologia no Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Pólo de Dona Estefânia
- 2010-2014: Coordenador da Comissão de Reanimação do Hospital de Dona Estefânia
- 2012-2014: Coordenador do Centro de Simulação e Práticas Clínicas do Hospital de Dona Estefânia
- 2015-2019: Coordenador do Bloco Operatório Central Pediátrico do Hospital de Dona Estefânia
- 2017-2019: Coordenador responsável pela Unidade Funcional de Medicina da Dor do Hospital de Dona Estefânia
- 2019-Presente: Coordenador da Secção Pediátrica do Departamento de Anestesiologia do Hospital da Luz Lisboa
- 2021: Responsável pela criação do projeto “Hospital da criança sem dor” do Hospital da Luz Lisboa
- Membro da Faculty de diversos congressos de anestesiologia, nacionais e internacionais, como orador/instrutor convidado. Hobby: “Dolce far niente”
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Odontopediatria
8 de novembro, de 14h30 às 15h20
Auditório C
Resumo da conferência
A sedação e a anestesia geral são atos importantes em odontopediatria, especialmente em crianças com medo extremo, pouca colaboração, atraso de desenvolvimento psicomotor ou tratamentos extensos. A escolha da técnica adequada visa garantir a segurança, o conforto e a eficácia do procedimento odontológico, respeitando o desenvolvimento fisiológico e psicológico da criança.
Para qualquer uma das técnicas escolhidas será fundamental uma adequada avaliação clínica pré-anestésica para estratificação e redução de risco, assim como um esclarecimento cabal prestado aos pais, associando-se ao mesmo o consentimento informado.
A preparação psicológica da criança e dos pais será um passo imprescindível para o sucesso do procedimento.
A decisão entre sedação e anestesia geral depende de fatores como idade, comportamento, patologia associada, complexidade do tratamento, competência do profissional e recursos de espaço e equipamento existentes. A segurança do paciente será sempre a prioridade, exigindo planeamento individualizado, uso de técnicas minimamente invasivas quando possível e acompanhamento pós-operatório adequado.
Conclui-se que a sedação e a anestesia geral, quando bem indicadas e aplicadas, possibilitam o tratamento odontológico eficaz e humanizado em crianças, minimizando o stress e garantindo o conforto desejado.