Cristina Manso
Gestão da hipersensibilidade dentinária, evidenciada por efeitos adversos em medicina dentária
- Licenciada em Medicina Dentária pelo ISCS-sul em 1993.
- Doutorada em “Investigación en estomatologia”, pela Universidade de Granada em 2008.
- Vice-reitora e professora associada da IUEM.
- Médica Dentista na Unidade de Saúde Oral – SAMS.
- Nas suas atividades profissionais interagiu com autores, nacionais e internacionais, em autorias de trabalhos científicos.
- Ad-hoc reviewer em revistas de cariz científico indexada extended-ISI ou equivalente.
- Prática clínica privada em unidade de saúde privada.
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Fórum Indústria (Colgate Palmolive)
8 de novembro, de 09h00 às 13h00
Fórum Indústria
Resumo da conferência
A hipersensibilidade dentinária (HD) é uma condição irritante e comum, para os nossos doentes, e afeta 11,5% da população mundial, com taxas de prevalência crescentes, impactando na qualidade de vida dos doentes.
É referida como uma dor aguda transitória, proveniente da dentina exposta após estimulação externa por estímulos térmicos, elétricos, mecânicos, táteis, químicos ou osmóticos, ou evaporação.
Considerada a sua prevalência, natureza irritante e alto risco de erros de diagnóstico, que podem levar ao seu diagnóstico incorreto, será pertinente abordar os efeitos adversos nos tratamentos médico-dentários, que surgem dia a dia. O seu diagnóstico faz-se, assim, por exclusão de outras possíveis fontes de dor e defeitos dentários.
Serão abordadas causas de efeitos adversos, provocadas por tratamentos dentários em relação com o diagnóstico de HD e estratégias terapêuticas integradas dirigidas a uma melhor compreensão da carga da HD.
Os fatores associados a esta condição podem auxiliar no planeamento de recursos para reduzir/prevenir qualquer desconforto decorrente dessa condição e auxiliar as equipas de medicina dentária no processo conjunto de tomada de decisão.