Beatriz Mota
O impacto das novas terapêuticas na decisão clínica: atualização em terapêuticas com anticorpos monoclonais
- Mestrado Integrado em Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. (2012-2018)
- Internato de Formação Geral no Centro Hospitalar Lisboa Ocidental. (2019)
- Internato de Formação Específica em Estomatologia na ULS Santa Maria. (2020-2024)
- Pós-Graduação de ATM Artroscopia e Cirurgia Aberta da Articulação Temporomandibular – Promovido pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. (2021)
- Pós-Graduação em Medicina Estética – Promovido pela Universidade de Alcalá em Madrid, e reconhecida pela Sociedade Portuguesa de Medicina Estética e Sociedad Española de Medicina Estética. (2021/2022)
- Pós-Graduação em Administração e Gestão em Saúde – Promovido pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP) e pela Faculdade de Medicina de Lisboa. (2022/2023)
- Estágio em Cirurgia Maxilofacial no Hospital Sírio-Libanês e Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, Brasil. (2023)
- Assistente Hospitalar em Estomatologia na ULS Santa Maria (2024-Presente)
- Médica Estomatologista no Instituto Português da Face (2024-presente)
- Várias publicações em revistas indexadas e comunicações orais em congressos internacionais no âmbito da especialidade
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Terapêutica
7 de novembro, de 15h05 às 15h40
Sala 1
Resumo da conferência
Os anticorpos monoclonais são um grupo de medicamentos inovadores, com aplicações terapêuticas em crescimento. Utilizam-se no tratamento de diversas doenças, podendo ser uma importante ferramenta em doenças oncológicas, inflamatórias, autoimunes, entre outras.
Apesar da sua especificidade e boa tolerabilidade, os anticorpos monoclonais não estão isentos de efeitos adversos, incluindo complicações orais e maxilofaciais.
Existem diversas complicações, nomeadamente a osteonecrose dos maxilares associada a medicamentos que, para além do tratamento dirigido, pode obrigar a uma interrupção ou mesmo suspensão da terapêutica.
O tratamento destas complicações é multidisciplinar, podendo ser conservador ou cirúrgico, dependendo da extensão e gravidade da doença. Tem sempre por base como objetivo o controlo da dor e da infeção, de modo a reduzir a morbilidade e melhorar a qualidade de vida do doente.