Ana Moreira
O futuro da medicina que conhecemos: rumo à medicina avançada!
- Licenciatura em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto em setembro de 2001.
- Pós-graduação em Medicina do Envelhecimento pela Universidade Autónoma de Barcelona, de novembro de 2005 a julho de 2006.
- Curso Intensivo de Estética Médica, no Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino (IBRAPE), São Paulo, Brasil, em janeiro de 2006.
- Pós-graduação em Dermo-Farmácia e Cosmética, no Instituto Superior de Ciências da Saúde do Norte no Departamento de Ciências Farmacêuticas, de março a maio de 2006.
- Mestrado em Medicina Biológica e Anti-Envelhecimento pelo Hospital Ramón y Caial da Universidade de Alcalá, Madrid.
- Pós-graduação em Climatologia e Hidrologia pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, de novembro de 2006 a julho de 2007.
- Pós-graduação em Medicina Biológica e Homotoxicologia, patrocinado pela Sociedade Internacional de Homotoxicologia (Alemanha), de 5 a 18 de Janeiro de 2007, Porto.
- Pós-graduação em Medicina do Trabalho pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, de setembro de 2009 a Julho de 2011.
- Mestrado em Saúde e Medicina Integrativa Avançada, pela Universidade CEU Cardenal Herrera, de 30 de julho de 2022 a 30 de julho de 2023.
- Aluna de Doutoramento em Ciência Quântica da Saúde, Prosperidade e Felicidade, pelo Dr. Amit Goswami, desde 2021.
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Medicina Integrativa
8 de novembro, de 09h00 às 09h45
Sala 2
Resumo da conferência
O panorama da medicina moderna está a evoluir rapidamente, moldado por avanços interdisciplinares e por uma necessidade urgente de abordar doenças crónicas complexas que os paradigmas convencionais lutam para resolver.
A medicina contemporânea encontra-se num ponto de viragem! Os avanços tecnológicos em inteligência artificial, biotecnologia e medicina de precisão estão a transformar a prática clínica, permitindo diagnósticos mais precoces, terapias personalizadas e maior eficácia no acompanhamento do doente.
Contudo, este futuro não deve ser visto apenas como a incorporação de inovação tecnológica, mas como a oportunidade de integrar diferentes dimensões do cuidado humano, nomeadamente, a necessidade da saúde oral ser mais incorporada nos serviços de saúde!
A saúde funcional e integrativa emerge como um pilar essencial neste novo paradigma, ao valorizar a pessoa como um todo – corpo, mente e espírito – e através de uma síntese da medicina convencional e de práticas terapêuticas complementares baseadas em evidência científica. Este modelo promove uma abordagem centrada no doente, mais humanizada, focada não apenas na doença, mas também na prevenção, no bem-estar e na qualidade de vida.
Sob o tema “O futuro da medicina que conhecemos: rumo à medicina avançada”, esta apresentação explora uma visão integrada dos cuidados de saúde que harmoniza tecnologias de ponta com filosofias de saúde holísticas e centradas no paciente.
Os avanços da ciência biomédica estão a transformar os cuidados de saúde em todo o mundo, estabelecendo pontes entre a inovação e a aplicação clínica.
Esta apresentação irá explorar estratégias terapêuticas de ponta que remodelam o panorama médico, com foco na medicina regenerativa (com uso de terapia celular estromal mesenquimal e exossomas) e princípios de medicina integrativa (com técnicas como aférese terapêutica, ozonoterapia médica, foto-biomodulação e outras).
Ao unir os avanços biotecnológicos com os cuidados baseados em sistemas, esta apresentação destaca uma mudança de paradigma em direção à medicina personalizada, preditiva e preventiva. O futuro da medicina não está distante – está sendo moldado hoje por essas abordagens pioneiras que prometem estender a saúde, aumentar a resiliência e redefinir o potencial terapêutico na prática clínica.
Como esta apresentação irá ilustrar, a medicina do futuro já está sendo praticada hoje por profissionais de saúde pioneiros que integram ciência, inovação e empatia com compaixão.
As ferramentas terapêuticas estão à nossa disposição, o conhecimento está a expandir-se! E o imperativo é claro: redefinir o que é possível na cura através de um modelo médico integrado, regenerativo e com visão de futuro.