Francisco Miranda Rodrigues
A Inteligência Artificial e a medicina dentária
- Psicólogo, especialista em Psicologia do Trabalho, Social e das Organizações e em
Psicologia da Saúde Ocupacional. - Consultor na área Comportamental, Liderança e Desenvolvimento Organizacional.
- Tem experiência na direção e gestão de recursos humanos, qualidade, ambiente e saúde e segurança no trabalho.
- Formado em Psicologia pela Universidade de Lisboa, é Conselheiro Nacional de Educação, membro do Comité de Acompanhamento do POCH e do COMPETE.
- Co-fundador de vários projectos, com destaque a nível nacional para a Ordem dos Psicólogos, onde foi diretor-executivo e está atualmente como bastonário.
Nacionalidade: Portugal
Áreas científicas: Na Ordem do Dia (Inteligência artificial)
22 de novembro, de 17h30 às 19h00
Espaço Innovation Box
Resumo da conferência
É um facto incontornável: a Inteligência Artificial (IA) faz cada vez mais parte do nosso quotidiano e a medicina dentária não escapa a esta realidade, podendo dela retirar o que de melhor a IA tem para oferecer.
Nos últimos anos têm sido muitos os avanços tecnológicos que a medicina dentária tenta acompanhar, quer no auxílio ao diagnóstico, quer no estabelecimento de um plano de tratamento ou nas técnicas adotadas para uma prestação de serviço mais eficaz.
Exemplos como o scan intraoral e outros equipamentos ou software já são uma realidade onde a IA tem uma intervenção fundamental. Também se revela de grande utilidade na gestão de equipas e de clínica, e na otimização de resultados. Ainda estamos, porém, no início de uma grande caminhada no que diz respeito ao contributo dessa poderosa ferramenta.
Se, por um lado, representa avanços outrora inimagináveis, a IA poderá causar constrangimentos de natureza ética para o exercício da profissão e colocar questões quanto aos limites da sua utilização, no conflito entre a decisão clínica e a vertente humana. Até onde nos pode levar a Inteligência Artificial na medicina dentária?