Lesões brancas bilaterais no palato: Caso clínico

Póster de Casos clínicos em Patologia oral autoria de Limary Lima, Ana Oliveira, Orlando Martins, Francisco Marques, e

Autores
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Limary Lima Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
Ana Oliveira Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
Orlando Martins Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
Francisco Marques Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
Candidato a prémio

INTRODUÇÃO: A hiperqueratose traduz-se clinicamente por uma mancha branca ou esbranquiçada devido ao espessamento anormal da camada córnea. A hipertrofia dos processos pterigoides hamulares trata-se de uma condição rara que pode desencadear dor com irradiação para o palato mole, orofaringe e temporal.

DESCRIÇÃO DO CASO CLÍNICO: Paciente do género masculino, 49 anos, apresenta duas máculas brancas no palato mole e pigmentações melânicas fisiológicas. O doente apresenta histórico de consumo de drogas no passado e é fumador. Apresenta duas máculas brancas com superfície íntegra, textura rugosa, contornos nítidos e bordos regulares, no palato mole, bilateralmente. O diagnóstico provisório foi hiperqueratose do palato por trauma repetido resultante da hipertrofia dos processos pterigoides hamulares palpáveis sob a lesão.

CONCLUSÕES: Estes casos devem ser avaliados com particular atenção devido ao facto de estarem por vezes associados a dor nevrálgica implicando o diagnóstico diferencial com outras algias e cujo tratamento não é fácil. No caso de fumadores pode haver maior risco de transformação maligna de hiperqueratose.

 

Póster, nº 16, 12h30, Hall dos Posters.

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