Francesc Abella

Autotransplante dentário

  • Licenciado em Medicina Dentária pela Universitat Internacional de Catalunya (Barcelona, Espanha) em 2005.
  • Professor e Diretor do Mestrado em Endodontia (programa acreditado pela European Society of Endodontology).
  • As suas áreas de interesse preferenciais no âmbito da Endodontia clínica incluem: tomografia computorizada de feixe cónico (CBCT) em Endodontia, tomografia microcomputorizada, anatomia dentária, traumatologia dentária, patologia periapical, restaurações adesivas, restauração de dentes endodonciados, e técnicas de autotransplantação e reimplantação.
  • Autor de vários artigos científicos publicados em revistas especializadas com revisão por pares. 
  • Membro do Expert Committee reunido pela European Society of Endodontology (ESE) sobre o uso de CBCT e extrusão cirúrgica, autotransplante e reimplante intencional.
  • Membro Activo da Asociación Española de Endodoncia (AEDE). 
  • Secretário da Sociedad Española de Odontología Conservadora y Estética (SEOC).

Nacionalidade: Espanha

Áreas científicas: Cirurgia oral

21 de novembro, de 14h30 às 19h00

Auditório B

Resumo da conferência

O autotransplante dentário supõe a extração de um dente de seu local original para colocá-lo numa zona edêntula, seja um alvéolo pós-extração ou um alvéolo preparado cirurgicamente. Esta técnica foi desenvolvida como opção terapêutica para perdas dentárias por trauma, cárie ou agenesia dentária congénita, mas as próteses dentárias fixas e, sobretudo, os implantes dentários, viram a sua utilização diminuir entre os clínicos.

Décadas de problemas e complicações com a implantologia levaram à reavaliação da preservação dentária e das técnicas clínicas tradicionais. Além disso, o crescimento alveolar na região anterior da maxila não pára após o pico de crescimento pubertário, mas continua durante toda a vida do paciente.

Embora este crescimento seja mais pronunciado na segunda e terceira décadas de vida, continua na quarta e quinta décadas. Como resultado, a colocação de um implante na zona anterior pode comprometer a estética devido a uma infraposição do implante causada pelo crescimento progressivo do processo alveolar nos dentes adjacentes e pela falta do ligamento periodontal (LPD) no implante dentário.

Recomenda-se, portanto, evitar ou pelo menos limitar a colocação de implantes dentários em pacientes em fase de crescimento, pois os implantes acabariam em infraposição. Daí o aumento constante do autotransplante nos últimos anos.

Nesta apresentação, veremos a literatura científica mais relevante sobre este tema, bem como vários casos clínicos em que a aplicação do fluxo digital permitiu melhorar o prognóstico do autotransplante de dentes doadores com ápice aberto e fechado.

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