Resumo
A reabilitação oral desenvolveu novas técnicas de criação de volume ósseo que permite novos contornos mais estéticos ou a colocação de implantes onde até hoje não era possível, no entanto as complicações destas técnicas podem levar em situações extremas a situações em que o resultado final é pior do que o inicial.
O autor propõe-se a partilhar a sua experiência na área de enxertos ósseos autógenos e cerâmicos, nomeadamente quanto às complicações e possíveis alternativas.
Rui Coelho
- Licenciado pelo I.S.C.S.-Norte em 1993
- Pós graduado em Reabilitação Oral pelo I.S.C.S.-Norte
- Assistente de Prótese Fixa no I.S.C.S.-Norte de 1993 a 1998
- Project manager do projeto “estratificação digital” de 2011 a 2012
