Maria João Calheiros Lobo

Cárie dentária - o que aprendemos ainda está actualizado ou está tudo errado?

200x200-maria-joao-calheirosLicenciada em Medicina (1985) e Medicina Dentária (1989) (UP – Portugal). Mestre em Gerontologia Clinica e Social (1998)(USC – Espanha) Pós-graduada em Dentisteria Operatória, Cirurgia Oral e Implantologia.

Professora e regente de Técnicas de Dentisteria e de Clínica Restauradora no ISCS-Norte desde 1992 e de Cariologia no Curso de Higiene Oral do IPSN desde 2010.

Co-autora de artigos em revistas internacionais peer-reviewed na área da Proteómica Salivar e Cárie Dentária.

Co-autora dos livros: “Proteomics of human body fluids: Principles, Methods, and Applications. Part II, Humana Press; “Atlas de Patologia da Mucosa Oral”; “Notas de Medicina Oral” – Tomos I e II.

 

Resumo da apresentação

Hoje a cárie dentária deve ser tratada como uma doença crónica que se expressa num ambiente oral predominantemente patológico, ao invés de apenas pela reconstrução esporádica de dentes isolados, pois o processo carioso depende da interacção entre factores de protecção e factores patológicos do biofilme salivar, bem como do equilíbrio entre populações cariogénicas e não-cariogénicas microbianas residentes na saliva e na cavidade oral.

Um conhecimento profundo e amplamente integrado dos vários ramos do saber, é a base da cariologia clínica e permite programar terapêuticas a longo prazo influenciadas por factores como o tamanho, profundidade, actividade da lesão de cárie, idade e tipo de risco de cárie do paciente.

Ordem dos Médicos Dentistas
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